A selar os cavalos…
Água fresca de graça, para quem não tem para o saloon.
Parece pouco, mas a sede mata. Enche o cantil sempre que passares por água corrente — a parada faz mal.
Carvão, ferro e ouro arrancados à rocha, com picareta e paciência.
Derrubar árvores, serrar toros e abastecer meia economia.
Uma bateia, água fria e um sítio que ninguém descobriu.